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Nós só poderemos ser livres quando nos convencermos que a culpa de nossa escravidão cabe a nossa incapacidade de nos libertar e não a quem nos escraviza. O dominador nunca deixará de sê-lo se o dominado só reclamar da carga que tem de carregar.  (Mairesse, dezembro de 2001)

SÓ A DÚVIDA CONDUZ À VERDADE

FRANCIS BACON


Busca no site http://ciencialivre.pro.br/htdig/common/spanish/search.html

Coord:Luiz Alberto Mairesse (Engº Agrº, Dr. em Agronomia),
Prof. Adj. UERGS (Universidade Estadual do Rio Grande do Sul) - São Borja-RS

Professor da URCAMP  (Universidade da Região da Campanha) - São Borja-RS


Fone:55 9169 3638 E-mail:mairesse@terra.com.br; www.ciencialivre.pro.br

Sec. Geral: Patricia Rochele da Rosa Mairesse de Castro

Bióloga, Pós-graduada em Psicopedagogia, mestranda em Psicanálise Saúde e Sociedade, pela Universidade Veiga de Almeida, Rio de Janeiro- RJ

Telefone 051 8177 5170
e-mail trica.m@terra.com.br
msn
patriciamairesse@hotmail.com


MOVIMENTO PELA CIÊNCIA LIVRE – MCL


Esta é uma foto de uma placa de alerta no porto de São Borja. Ao fundo se vê animais pastando e a lavagem de uma motocicleta. Veja outras fotos que demonstram por si só o caos que é o Rio Uruguai na altura do município de São Borja e a denúncia (JUNHO DE 2009) feita ao Ministério Público (página "Questões Ambientais"), sem que este, estranhamente, tenha tomado qualquer atitude concreta até agora (25 de dezembro de 2009). Trabalho científico do médico, M.S, Luiz Carlos Porto, realizado junto à UNIVATES, sugere que o consumo de peixes, os banhos e os esportes náuticos,dadas estas condições, são muito perigosos à saúde pública. Acrescente-se que o ambiente está extremamente degradado, sem que o mínimo seja feito pelas autoridades. Observe-s nas fotos na página “Questões Ambientais”, que os animais pastam livremente à beira do rio... Há uma placa (ver foto) proibindo isto, que ninguém respeita. A lavagem de carros, que é proibida, é feita livremente. O Movimento pela Ciência Livre trata destas questões, utilizando todos os recursos legais, tendo como instrumento a Ciência e a Tecnologia, evitando assim fanatismos muito comuns quando se trata da questão ambiental. Como isto não é apenas de uma questão de fiscalização, oferecemos também palestras gratuítas na área de educação ambiental.

Arquivo: Denúncia ao Ministério Público. Denuncie também em sua região. 

Denúncia.doc

Vejam as fotos: 

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VAMOS PRESSIONAR O MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO BORJA PARA QUE TOME UMA ATITUDE E POSSAMOS COMEÇAR A SALVAR O RIO URUGUAI..(Mairesse)


Coord:Luiz Alberto Mairesse (Engº Agrº, Dr. em Agronomia),
Prof. Adj. UERGS
Fone:55 9169 3638 E-mail:mairesse@terra.com.br;  www.ciencialivre.pro.br 

Sec. Geral: Patricia Rochele da Rosa Mairesse de Castro

Bióloga, Pós-graduada em Psicopedagogia, mestranda em Psicanálise Saúde e Sociedade, pela Universidade Veiga de Almeida, Rio de Janeiro- RJ

Telefone 02181418956
e-mail trica.m@terra.com.br
msn patriciamairesse@hotmail.com



Quando o filósofo Francis Bacon escreveu que “Só adúvida conduz à verdade”, não foi apenas mais uma frase de efeito, mas umagrande descoberta: os seres humanos só se diferenciam dos outros animais porqueperceberam, num determinado momento da história, que podiam enfrentar osdesígnios da natureza, participando não apenas passivamente, mas agindoativamente como elemento transformador.

De uma das espécies mais frágeis danatureza resultou o ser mais forte e dominador do planeta Terra: o homem.Entretanto, para chegar até onde chegou não foi nadafácil. Além dos grandes obstáculos a enfrentar, principalmente os oriundos desua própria limitação, o homem sempre teve que vencer barreiras das maisdifíceis: as resistências entre os próprios seres humanos às mudanças.

Comoanimais que somos, é de se imaginar que temos gravados, no nosso espírito, osmedos e os sofrimentos de milhões de anos, que por mais paradoxal que possaparecer, foram os grandes responsáveis pela mudança de rumo, pois gerandodúvidas, abriram-nos perspectivas que não tínhamos antes. O mesmo medo que nosarremeteu para o futuro, ao mesmo tempo tem tentado nos segurar no passado,como alguém que saindo de uma situação extremamente difícil, não quer ir maisadiante, por receio de perder o que já alcançou.

Mas não tem escolha: ou seguimosadiante, conquistando cada vez mais e sempre, ou retrocedemos às trevas. Nanatureza o que não evolui, entra em processo de involução, a caminho daextinção, inclusive as sociedades humanas. As invenções do homem, tecnologias fundamentadas nasdescobertas da ciência, são resultados das interações, cada vez mais profundas,da humanidade com o ambiente e ao mesmo tempo são as ferramentas que nostornam, cada vez mais, donos de nós mesmos, no rumo das estrelas.

A evolução da sociedade humana ocorre como um pontoem espiral ascendente, cuja projeção vai redesenhando uma circunferência.Assim, a história não se repete, porém o passado está sempre sendo reciclado àluz dos novos conhecimentos. Esta recorrência ocorre de maneira mais evidentena passagem de uma etapa para outra, quando novos paradigmas entram em choque,na luta para se estabelecerem em substituição ao chamado convencional.

 Esta aparente repetição pode confundir a muitosdesavisados. Humberto Maturana, o grande filósofo da atualidade, apresenta umaimagem muito sugestiva. O movimento das rodas de um automóvel pode dar-se emduas situações: com o carro atolado, em movimento repetitivo; e andando, emmovimento recursivo. Quem olhar apenas para a roda do veículo não conseguirádiscernir um movimento de outro. É assim que aqueles avessos aos avanços daciência e da tecnologia têm enxergado o mundo. Sempre que a humanidade estápara estabelecer um novo patamar, surgem naturalmente as resistências, queservem para contrapor e testar o novo paradigma que começa a se estabelecer.

No estabelecimento de novas fases e novos paradigmas,novas tecnologias revolucionárias e estratégicas possibilitam a ocorrência deum desequilíbrio na relação entre as nações. É a possibilidade de povosdominados construírem sua independência e soberania. Cientes disso, os paísesricos montaram a chamada Política do Apartheid Tecnológico, que visa impedirque os países periféricos desenvolvam tecnologias estratégicas, nas áreas deenergia nuclear, informática, nanotecnologia e, com mais ênfase, nabiotecnologia. Esta última tem sido hoje o alvo principal, por ser a maisimportante e decisiva na construção da nova fase. É nestes momentos, no limiarde novos estágios, que há um nivelamento entre nações, em termos de potencialpara desenvolver as novas tecnologias que estão surgindo.

Por esta razão houvea criação da política do apartheidtecnológico, por parte das nações ricas; e que conta atualmente no Brasil, comalgumas subsidiárias (ONGs) brasileiras. Inimigos dos avanços científicos,pretensos guardiões da natureza, confundindo o instrumento com a mão que omaneja, tais grupos acabam tão somente atendendo interesses do Primeiro Mundo.  

NASCE UMA NOVA ORGANIZAÇÃO NÃO GOVERNAMENTAL
Está nascendo,de direito, uma nova organização não governamental: O MOVIMENTO PELA CIÊNCIA LIVRE (MCL).
Criado há maisde seis anos, a partir de debates pela Internet,o MCL, de abrangência nacional, apesar de existir apenas de fato, já participoude muitas lutas pela defesa da “Ciência Brasileira” e da Soberania Nacional. OMCL tem defendido a pesquisa científica brasileira em todas as áreas, comoprincipal instrumento do desenvolvimento e da diminuição das desigualdadessociais.

Tem-se como base que uma sociedade para ser justa precisa também sereficiente. Necessitamos construir uma sociedade avançada cientifica etecnologicamente, condição sine qua non parase alcançar justiça social. Para isto temos que preparar os brasileiros paraque sejam estudantes, professores, cientistas e outros profissionais de altaqualificação; e para tal a palavra chave é EDUCAÇÃO,mas que não fique só na palavra, como tem acontecido.

O MCL tem comoobjetivo levar à população a informação científica de forma simples edecodificada, pretendendo ainda ser mais audacioso com o lema principaladotado: Informação Ampla e Irrestrita.Nos dias de hoje e com a globalização, propõe-se que as populações não precisammais da informação filtrada pelas autoridades que se dizem representá-las.

O Movimento pela Ciência Livre, apesar derecente, tem participado ativamente da vida nacional. Contribuindo comCongresso Nacional e participando de audiências públicas, foram feitas diversassugestões ao Projeto de Lei de Biossegurança, sempre visando a defesa daCiência Brasileira. Palestras sobre biotecnologia, ambiente, agricultura, saúdee outras, têm sido apresentadas para associações de bairros, de produtoresrurais, universidades, escolas e tantas outras instituições. Artigoscientíficos têm sido escritos para jornais e revistas de todo o País.

Brevemente o MCL estará realizando cursos diversos em seu site definitivo, ora em construção (www.ciencialivre.pro.br).
Solicitepalestras gratuitas para instituições de interesse público.
Contate-nosatravés dos endereços eletrônicos e telefones acima. 

São Borja,Terra dos Presidentes, 2009.